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O SINPEF/RS esteve reunido, na tarde desta quinta-feira, 27.11, com o procurador-chefe da Procuradoria da República do Rio Grande do Sul (MPF/RS), Felipe da Silva Müller, para tratar sobre a relação entre a prática policial e a atuação do MPF, levando em conta um caso concreto ocorrido no Estado, e também uma oportunidade para uma aproximação maior com a Instituição.
Essa foi mais uma das iniciativas do Sindicato frente à sentença proferida no processo nº 5001142-55.2022.4.04.710, referente ao caso em que um Policial Federal foi alvo de disparos de arma de fogo durante o cumprimento de mandado judicial no âmbito da Operação Cisplatina II, destinada a investigar um núcleo de operadores financeiros especializado na prática de evasão de divisas, de câmbio ilegal e de lavagem de dinheiro.
Na ocasião, a Diretoria do Sindicato expôs o sentimento de desamparo, sobretudo em relação ao desfecho do processo, sendo ouvida de forma atenta pelo Procurador-Chefe, que prontamente atendeu à solicitação do Sindicato para o agendamento da reunião.
O Procurador Felipe Müller foi receptivo à ideia de uma aproximação institucional, através de um estreitamento de relações com a categoria policial federal como um todo, a partir do contato estabelecido e dos esclarecimentos prestados pelo SINPEF/RS.
Firme no propósito de salvaguardar as prerrogativas da categoria policial federal, foi manifestada a preocupação com o fato de que tal decisão pode criar um precedente ao fragilizar a integridade e a autoridade daqueles que cumprem sua missão constitucional.
Estiveram presentes o presidente Flávio Isoton, os diretores Daniel Campos D’Antonio e Rogério Pinto Acosta, acompanhados pelo advogado Enio Meregalli.
O SINPEF/RS continuará acompanhando o ocorrido e seus desdobramentos, sempre na defesa e amparo aos seus sindicalizados.




